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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Imperio ou uma canção de guerra

Desterrado o nobre principe
de sua terra de prazer e ocio
calado ve seus sonhos mais intimos se desfazerem em orgias mmundanas e sublimes versos,
suas botas de ouro e justiça esfolam o triste rocinante
cavalga a noite o triste mandrião
joias profanas e antigas lendas
triste criatura expulso de seu outrora reino de virtude

Adiante um passaro de 3km voa pela praia da infancia
segure minhas mãos pobre cigana
aproximam-se os judeus e seus elogios.

Adeus breve momento de poesia e arte
é chegada a hora dos palhaços e seus truques elegantes.
Deuses de todos os povos se deitam com nossas meretrizes estamos num reino de luxuria e ardor.
Minha taça despe de cetim as noites
que me recordo em outras provincias
nobre amigo,
nobre amigo.

Meu unico amigo talvez essa seja nossa ultima incursão pelos subterraneos

Estou triste e ninguem vai rir comigo
as magoas de um principe
Mediocre
estabulo onde nascem os rejeitados
este sera o nosso inicio triunfal
avisem para a proxima cidade que
essa noite ceiaremos com a morte...

Deus abençoe os malditos
que seja dado um reino
de sangue e luxuria pra nos
que nada nos moleste alem de nossas mentes

Essa noite fui exilado pela cortesã~
mais linda...
levantemos nossas taças em memoria
dos antigos povos que antes eram
deuses...
A unica funçao dos imperios é cair...

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