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domingo, 27 de janeiro de 2008

Humanidade e Beleza

Conversávamos eu e meu irmão-poeta sobre a beleza e a humanidade da poesia. A humanidade como universal, doce e explosiva; a beleza como feminina, como o deslumbre que toma o despertar do dia e apaixona à distância.
A humanidade como identidade, subversão, revolução amizades ébrias, serenatas sem luar, bares imundos e cidades silenciosas. A beleza na completude, no afago, nos olhos que se beijam, na saudade que corroe.
Difícil é não chegar a conclusão que as mulheres são encantadoras e que nossa dura tarefa é de humanizar versos para dignificar sua beleza.
Nos perderemos nas areias do deserto, entre amigos que se foram, na ânsia e na violência, ora cândida ora radical. Humanamente engajados, isentos de qualquer razão que nos disperse de nós mesmos e de vós que ledes inseguranças, ímpetos, declarações, manifestos e maldições!
Beleza formal, sem métrica, verso branco e livre, inteligente estupidamente incoveniente, etc.
Haverá nos versos sempre sorrisos, de sarcasmo e de alegrias, na tentativa de sermos melhores humanos!

3 comentários:

Anônimo disse...

saudações esquerdistas hehehe
e ai comedor de ópio, gosto de você...rs, grande texto, passarei mais por aqui.

Che

www.manifestodoche.zip.net

Anônimo disse...

Fantastico agora é pau na maquina meu velho tocando aquele projeto em conjunto de poesia e ai oq acha.mas enfim muito bom mesmo oq anda escrevendo por ai

Tamara disse...

Sinto-me orgulhosa... por ser mulher e por ter um amigo como vc!!!

Beijos... nosso poeta!