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domingo, 13 de janeiro de 2008

fora do universo

encostei meu rosto em pedras e me pus fora do universo
descalço pisei nas sedas do asfalto, andava pela calçada
e minhas crenças são nada mais que retorcidos versos
minhas palavras são o todo que só vejo quando o nada

Desfaz-se junto à chuva e junta-se a minha caminhada
Nunca só, contradirei meu passado que fora disperso
pelos falsos traços traídos, me pus igual e diverso
à Caminho da órbita do real, hoje minh'alma está aliviada

Fora do universo, encostei meu rosto na areia
Dentro de seus olhos, me ponho em silêncio puro
Dá-me tua mão rendada e canta a meus ouvidos

Já no mundo, encontrei com um grito que anseia
Que grita, sai da caverna, que canta à luz, no escuro
Dá-me tua mão rendada e salva meu mundo perdido!

Um comentário:

Igor disse...

muito bom esse fora do universo ão peças fantasticas em sonetos bacana mesmo