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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

A descoberta do mundo.

Para se escrever um poema é preciso sopro, é necessário vida. É água ou rascunho qualquer que serve de pano de fundo para o teatro que vamos representar.
Para se escrever palavras sábias é necessário tempo. É preciso errar, magoar, sair magoado, mas é muito importante saber sorrir e caminhar.
Para escrever esta novela chamada vida é necessário ter paixão.
Contudo, eu preferi linhas tortas, um caderno de poesias velho que cabe no meu bolso, além de todos os sonhos que eu levo na minha mochila.
Eis a minha descoberta do mundo, a transversal do meu tempo, o meu pedido de direção...me perdi no meio da estrada e joguei fora a única bússola que me restava.
Este é o meu caminho tortuoso, excitante, solar com alguns eclipses.
Na gruta de todo este saber, ainda não encontrei a pedra que esconde a capacidade e o elixir que nos fazem melhores.
A poesia sincera para quem sempre teve graça e coloriu de forma singular toda capa da minha história.

Um comentário:

Lean DROMOI disse...

Essa garota já deu o ar da graça com uma raridade de poema!!!

Grande Natãlia!!!

Beijos.