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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Artigo 1

A política é a condição do homem no mundo contemporâneo: longe de si pela divisão social do trabalho, longe do proximo pela troca e pela propriedade privada e longe do mundo graças a irracionalidade da práxis e do misticismo obscurantista, inerentes ao capital.
A política, junto a seu aparato burocrático, mantém eficientemente o homem distante de sua humanidade, refém do mundo objetivo apesar do estontiante avanço das forças produtivas.
Homens coexistindo no mundo do poder, na esfera volitiva da subjetividade, ignorados pelo futuro, ignorantes no presente. O poder, a política, faz com que os sujeitos, além de sua força de trabalho, vendam seu espírito, toda a infinitude das potencialidades subjetivas que poderiam ser efetivadas genericamente, esbarram nestas categorias do capital.
Triste é ver que toda capacidade humana é convertida em omissão ou impotência, preconceituosas e ilusórias. Pior ainda é ver quem se atenta as atrocidades correntes, submeter-se, ou romantica ou oportunisticamente a política; a aceitaçõa da separação entre o homem e sua vida efetiva. Acreditar em instituições burocráticas cuja função é claramente a dominação de uma classe sobre a outra e a perpetuação da distinção entre trabalho intelectual e material.
Soa a sarcasmo a contínua alusão a democracia, farta da falsidade e do individualismo que dissolvem o individuo em puro código de barras: ora mercadoria ora consumidor. Quem ainda quer jogar este jogo pressupodo saber as regras, analizai a realidade imanentemente à maneira como os homens vivem; todos entenderemos que a única regra é a humanização da humanidade. Para issi findemos com a política, o poder, a divisão social do trabalho, a propriedade privada e este ser alienado e estranhado que tende a acabar consigo próprio.
Estamos aqui pela humanidade, não pelo poder de mudar o mundo, mas pelo mundo sem poder!

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