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sábado, 8 de dezembro de 2007

Delírio...

Uma dor falcão sobrevoa à mim a ceia
Receio. o vento ecoa meu mar que doe semeia
Que chama que resiste que traço que voa
Pássaro desiste doa mor, se não doa

A chuva que cria e o homem que mente
De dia, amante,
sombria, errante;
na noite semente

Quem ouvir do som que dorme
Lembra daquele sol que chama
Queima o mundo disforme
E tira do meu lábio escama

Destroe que a vida avante
rasteja sobre a sombra amarga
Lembrai do grito ofegante
Desperto na marinha sarda

Na pedra que se perde rasa
Na morte que se esconde alheia
No acorde a luz de minha casa
Escuto o canto da sereia

O mármore de alma pura
Perdura sem sofrer maldade
Escreverie na partitura
quietude: morre-me saudade

Falcão que me soa a sorte
Deserto que me impõe guerreiro
Gritai pela janela, forte:
A sereia me beija ventureiro

Sorride meu nome breve
Navego em teu olhar calado
Enfim já com sono leve
Morro cheio de tudo curado
09/01/05

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