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domingo, 28 de outubro de 2007

O velho mexicano

Certa vez um velho em Guadalajara no México me disse algumas palavras,era uma tarde quente e ele sorria enquanto o fumo queimava(estava ali no encontro da OCLAE),me olhando nos olhos disse apontando pacifico para frente com o olhar perdido.A esperança é como a manhã,a quem a espere chegar dormindo,mas existem aqueles despertam e caminhem á noite para alcança-la,digo que sou uma velha vitima dessa insónia benefica ue a minha condição colaborou para até aqui.E ele prosseguiu,a luta é apenas como um circulo.Pode-se começar de qualquer ponto,mas nunca uma vez iniciada,nunca meu jovem gringo,se pode encontrar um fim.Antes da dor a esperança,essa é a arte de se descobrir cada dia consciente,não para variadas opções ,pois a consciência só de deixa uma via,resistir...
Foi assim naquela tarde de 2003 que entre alguns minutos,aquele velho que me pediu um cigarro,me deu como troco um tesouro que eu sempre recordo toda vez que me vejo diante da vida e diante da luta.Aquele velho seu poncho e a fumaça,eu era um jovem conhecendo o mundo saindo de casa e do meu pais pela primeira vez ,agradeço a condição humana por gerar na luta figuras e situações dessa especia,retratos que guardamos sempre,como esse que agora alguns anos depois compartilho com vocês

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