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terça-feira, 27 de março de 2007

Laudano

Eu quero agora
o vapor do opio
o sabor do rum e o aroma da papoula magica

Sem ela o que me resta e esta festa triste
esta cidade igual
esssa valsa sem ritmo

o resto eu canto
o resto eu danço
eu insulto quem me quer

tantas evitei e hoje me evitam
ela tambem me evita
parece estranho
meus olhos infantis a perseguem pela cidade
e sem ela o que me resta
e tentar fingindo ser feliz

2 comentários:

L. disse...

todos estamos na farsa de finjir ser feliz, caro amigo!

até.
L.

Srta. Amanda :) disse...

Diversas analogias possíveis, o que dá um encanto superior à melancolia implícita.
Se, hoje, tivesse de nomear esse ela gritaria- e ecos ocos ressonariam:

esperança.

mas eu me despedaço pra luzir uma nova aurora, todo dia.

gostei do que vi, escreves bem.

até mais.